"O Douro é o nome de um rio"
Mattoso. "Portugal, o Sabor da Terra". 2010. Temas e Debates. P: 187
Mas o Douro, o Alto Douro, foi a terra onde nasci. Dela não recordo sabor, cheiro, ou outra qualquer emoção pois não me vi aí crescer.
A casa do nascimento- Godim
A segunda casa- Godim
Estação de combóio- Godim
Cedo, o Douro Superior foi o meu tutor.Torre de Moncorvo a terra do mel, da amêndoa, do sol.
O calor e os cheiros os meus guias para a vida.
Esta é uma viagem, uma paisagem para a infância. Uma viagem à memória viva do passado mais longínquo. Uma paisagem telúrica.
O rio é apenas o pretexto. O rio, há muito "enjaulado"(Idem) é, no entanto, o fio condutor desta narrativa. A sua paisagem, o cenário humanizado do rio dominado.
Começa em Godim, Peso da Régua e termina em Torre de Moncorvo, através das estradas nacionais de outrora, que ainda existem e brevemente poderão desaparecer. Aquelas que me levaram a conhecer o mundo, o meu mundo.
Peso da Régua
A Estrada Nacional 222- à saída da ponte sobre o Douro- Régua
As pontes da Régua
Vista da cidade da Régua
O douro em direcção a oeste
As modernidades: viaduto da A24 sobre o Douro
A via férrea do Corgo, no seu término, junto à foz do rio com o mesmo nome
A EN222
O TT na paisagem
Barragem de Bagaúste
A montante da barragem
Outro aspecto da EN e do rio
Os vapores que animam (?), (poluem) o rio
Margem direita com mortórios
Para oeste, o rio
Estrada e rio I
Estrada e rio II
Estrada ladeada com olival
Os socalcos
A bateira e a foz do Rio Torto
Socalcos I
Socalcos II
Muro com oliveiras
Casais do Douro- S. António
Casais do Douro- centro
E ainda sobre o Douro:
"No Portugal telúrico e fluvial não conheço outro drama assim, feito de carne e sangue"
Miguel Torga. "Portugal". 1967. IV edição revista. P: 45
Sem comentários:
Enviar um comentário