E o caminho continua para Este, com O Rio a querer distanciar-se.
Mas a sua presença sente-se sempre, nas folhas da vegetação, no vento, nas pedras, no odor, no céu.
E, ir no sentido da nascente, significa para mim, tecer as músicas mais sublimes que este rio oferece.
Música, levai-me:
Onde estão as barcas?
Onde são as ilhas?
Onde estão as barcas?
Onde são as ilhas?
Eugénio de Andrade
A sair de Casais do Douro
As vinhas belas do Vale do Torto
Subida
Geometria I
Geometria II
As curvas dos montes
Cascalho, xisto, o miolo do vinho
Aqui, o rio fica lá ao fundo.
Geometria III
A quinta
Sensualidade
Muro D(O)uro
Paisagem I
Paisagem II
Paisagem III
Pinhão
EN 222
O calor do deslumbramento
Curvas de nível
O Vale belo
Cepa torta
Ervedosa do Douro
Vinha em cor
Vistas amplas quase em S. João da Pesqueira
Do alto de Ervedosa do Douro, a lonjura impregna a visão. Já se vê São João da Pesqueira.
Descanso do caminhante
Aqui bem perto de S. João, há um dos miradouros mais belos sobre O Rio: S. Salvador do Mundo.
Quase, quase, se vê o famoso Cachão da Valeira.
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